Segundo
ele, tudo pode ajudar. Fotos, filmes ou através de seus depoimentos
sobre o Potengi. “A previsão é finalizar a edição no segundo semestre e,
depois de pronto, o documentário terá cópias doadas para os municípios
que receberam a equipe. Nossa intenção é também realizar exibições
públicas nessas cidades e distribuir cópias para as emissoras de TV
educativas, mas dependemos ainda de apoio para isso”, pontua Airton De
Grande.
O trabalho de registro do rio Potengi começou em outubro de 2012, em Cerro Corá, passou por São Tomé, Barcelona, São Paulo do Potengi, São Pedro, Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Natal. “Estamos ouvindo pesquisadores, historiadores e moradores dos locais por onde o rio passa para entender a percepção que têm e assim podermos fazer uma abordagem ambiental, social e afetiva a respeito do Potengi”, aponta De Grande.
Para o analista, que também é mestre em multimeios e professor de Cinema, depois do acidente ambiental ocorrido em 2007, que provocou a mortandade de 40 toneladas de peixe, o assunto caiu no esquecimento da população, assim como o rio, que continua sendo vítima dos mais diversos tipos de agressão: todos os municípios, sem exceção, lançam esgotos em seu leito. E, mesmo nas regiões semiáridas, onde o Potengi passa em torno de 10 meses por ano seco, é uma importante fonte de água, que se mantém guardada em seu subsolo. “Uma das imagens que mais me marcaram neste trabalho foi a de um agricultor de São Tomé que nos mostrou como achar água com uma enxada no leito do rio”, relembra.
Colaboram com informações o jornalista Vicente Serejo, a historiadora Fátima Martins, a geóloga Helenice Vital, o superintendente do Iphan Onésimo Santos e o diretor do Instituto Histórico e Geográfico Edgard Dantas.
Outros personagens também foram entrevistados, como o fotógrafo Giovanni Sérgio, que publicou um livro sobre o rio Potengi, além de outros nomes como o presidente da Fundação Rampa, Frederico Nicolau e o aviador aposentado Pery Lamartine. Os interessados em colaborar podem entrar em contato pelo airtondegrande@gmail.com.
O trabalho de registro do rio Potengi começou em outubro de 2012, em Cerro Corá, passou por São Tomé, Barcelona, São Paulo do Potengi, São Pedro, Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e Natal. “Estamos ouvindo pesquisadores, historiadores e moradores dos locais por onde o rio passa para entender a percepção que têm e assim podermos fazer uma abordagem ambiental, social e afetiva a respeito do Potengi”, aponta De Grande.
Para o analista, que também é mestre em multimeios e professor de Cinema, depois do acidente ambiental ocorrido em 2007, que provocou a mortandade de 40 toneladas de peixe, o assunto caiu no esquecimento da população, assim como o rio, que continua sendo vítima dos mais diversos tipos de agressão: todos os municípios, sem exceção, lançam esgotos em seu leito. E, mesmo nas regiões semiáridas, onde o Potengi passa em torno de 10 meses por ano seco, é uma importante fonte de água, que se mantém guardada em seu subsolo. “Uma das imagens que mais me marcaram neste trabalho foi a de um agricultor de São Tomé que nos mostrou como achar água com uma enxada no leito do rio”, relembra.
Colaboram com informações o jornalista Vicente Serejo, a historiadora Fátima Martins, a geóloga Helenice Vital, o superintendente do Iphan Onésimo Santos e o diretor do Instituto Histórico e Geográfico Edgard Dantas.
Outros personagens também foram entrevistados, como o fotógrafo Giovanni Sérgio, que publicou um livro sobre o rio Potengi, além de outros nomes como o presidente da Fundação Rampa, Frederico Nicolau e o aviador aposentado Pery Lamartine. Os interessados em colaborar podem entrar em contato pelo airtondegrande@gmail.com.
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