segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Nelter Queiroz é o mais citado da Federação União Progressista e fica em 5º no geral em pesquisa ITEM

O deputado estadual e candidato à reeleição, Nelter Queiroz (progressistas), aparece como o nome mais citado da Federação União Progressista e ocupa a quinta colocação no cenário geral para deputado estadual na nova pesquisa do Instituto ITEM, divulgada pela Rádio Difusora de Mossoró, nesta segunda-feira (17). O desempenho reforça a competitividade do parlamentar na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. 

A pesquisa ITEM/Rádio Difusora foi realizada entre os dias 10 e 14 de agosto de 2026, com 1.250 entrevistas em 60 municípios do Rio Grande do Norte. O levantamento tem margem de erro de 2,77 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RN-00166/2026 e BR-08695/2026.

O resultado ocorre em meio à caminhada de Nelter Queiroz pela renovação do mandato. Com nove mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa, o deputado busca, em 2026, chegar ao 10º mandato. “Isso é o resultado do nosso trabalho, feito durante os quatro anos, com coerência, defendendo e votando sempre a favor das pessoas mais simples e mais humildes, e sempre votando contra o aumento de impostos”, afirmou Nelter Queiroz.

A nova pesquisa ITEM se soma a uma sequência de levantamentos que vêm apontando, repetidamente, Nelter Queiroz como um dos nomes mais competitivos na disputa pelas 24 cadeiras da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

 Estão habilitados a receber o benefício referente ao ano-base 2024 cerca de 4,1 milhões de trabalhadores. Valores variam conforme o período trabalhado


Tem início nesta segunda-feira (17/8), para 4,1 milhões de trabalhadores habilitados, o pagamento do sétimo lote do Abono Salarial referente ao ano-base 2024. Serão destinados R$ 5,2 bilhões aos beneficiários que nasceram em novembro e dezembro.

O Abono Salarial beneficiará 3.652.648 trabalhadores de empresas privadas (PIS), com pagamentos feitos pela Caixa Econômica Federal, e 471.948 servidores públicos (Pasep), cujos valores serão pagos pelo Banco do Brasil. Para o atual calendário, o benefício varia de R$ 136,00 a R$ 1.621,00, segundo a quantidade de meses trabalhados no ano-base 2024. O calendário do Abono Salarial referente ao ano-base 2024 teve início em 16 de fevereiro de 2026. Os valores ficarão disponíveis para uso até 30 de dezembro de 2026.

QUEM TEM DIREITO – Tem direito ao Abono Salarial o trabalhador que atender aos seguintes critérios:
➢ estar inscrito no PIS/Pasep há, pelo menos, cinco anos, contados a partir da data do primeiro vínculo empregatício;
➢ ter recebido remuneração média mensal de até R$ 2.766,00 durante o ano-base 2024, de empregadores contribuintes do PIS ou do Pasep;
➢ ter exercido atividade remunerada com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias, consecutivos ou não, no período considerado;
➢ ter os dados corretamente informados pelo empregador no eSocial.

FORMAS DE PAGAMENTO – Na Caixa Econômica Federal o pagamento será realizado, prioritariamente, por crédito em conta corrente, poupança ou conta digital para trabalhadores com relacionamento bancário na instituição. E poderá ser disponibilizado crédito em conta poupança social digital, aberta automaticamente por meio do aplicativo Caixa Tem. Para quem não possui conta bancária, o benefício poderá ser sacado nas agências, lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui.

No Banco do Brasil o pagamento será feito, preferencialmente, por crédito em conta bancária. Trabalhadores sem conta poderão receber por TED, Pix ou atendimento presencial nas agências, caso não possuam chave Pix cadastrada.

MAIS INFORMAÇÕES – Os trabalhadores podem buscar mais informações pelos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, pelas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego ou pelo telefone 158.

A dívida que exclui - Como o endividamento público brasileiro sufoca crescimento, alimenta violência e limita inclusão

 

Por (*) André Naves


É uma cena, lamentavelmente, comum na realidade brasileira: uma mãe solitária que precisa levar o filho a uma fila de posto de saúde às quatro da manhã. Quando finalmente consegue a consulta, o medicamento prescrito não está disponível. Ela volta para casa, cansada, com a criança ainda doente. Essa cena — banal, cotidiana, brasileira — é o extremo de uma cadeia que começa em uma planilha do Tesouro Nacional, e termina na vida concreta de quem depende do Estado para sobreviver.

 

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) atingiu 81,1% do PIB em maio de 2026, o equivalente a R$ 10,6 trilhões, segundo o Banco Central. Em julho, subiu para 81,9% — o maior patamar em mais de cinco anos. O FMI projeta 97,8% do PIB para 2026 e 106,5% em cinco anos. Para dar dimensão relativa: a Alemanha encerra 2025 com dívida de cerca de 64% do PIB; o México, 51%; o Chile, 41,5%. Entre grandes economias emergentes, o Brasil é anomalia.
 

É verdade que nem toda dívida pública é patológica. Países soberanos em moeda própria podem, em tese, expandir endividamento para financiar investimento contracíclico, infraestrutura com retorno futuro ou amortecer recessões. O economista André Lara Resende, nos lembra com elegância e erudição que a dívida pública tem dois lados: é passivo do Estado, mas ativo do setor privado. Reduzir a dívida, nesse raciocínio, é também reduzir riqueza privada. Lara Resende revisita Keynes para sustentar que sociedades muito poupadoras precisam de déficit público permanente para manter a economia em pleno emprego.
 

O argumento é intelectualmente sedutor, mas a realidade brasileira mostra coisa diversa. A questão não é apenas o tamanho da dívida — é o que ela custa e o que ela gera. Em 2025, o governo desembolsou pela primeira vez na história R$ 1,5 trilhão em juros. A Selic permaneceu em 15% ao ano, nível mais alto em quase duas décadas. Cada ponto percentual de elevação da taxa básica acrescenta R$ 55 bilhões ao custo anual da dívida, segundo o próprio Banco Central. Não se trata apenas de uma variável entre outras: a trajetória da dívida é um dos principais fatores — embora não o único, pois inflação, expectativas e contexto externo também pesam — que pressiona os juros para cima. E juros dessa magnitude têm consequências materiais.
 

A primeira consequência é a ilusão de inesgotabilidade. Quando o Estado captura volumes crescentes de recursos via endividamento, instala-se a percepção de que dinheiro não tem restrição material. A sensação de que "dinheiro nasce em árvore" é um efeito estrutural do financiamento por dívida. Quando não há percepção clara de limite, gasta-se mal.
 

O desperdício assume duas formas, como classifica a literatura especializada: ativo — a corrupção, que desvia recursos deliberadamente — e passivo — a ineficiência administrativa, que perde recursos por incompetência gestora, burocracia paralisante ou má alocação.
 

Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), publicado em 2019 e ainda referência central no debate, estima que ineficiências nos gastos públicos brasileiros cheguem a 3,9% do PIB — ou até US$ 68 bilhões por ano.
 

São escolas sem professores, hospitais sem insumos, estradas sem conservação. Não são falhas pontuais: são sintomas de uma estrutura que não cobra qualidade do gasto porque não percebe o custo de oportunidade de cada real desperdiçado.
 

A segunda consequência é a degradação dos serviços públicos. Quando o gasto é ineficiente, o serviço é deficitário. Quando o serviço é deficitário, ele é excludente por insuficiência material. As barreiras estruturais se elevam. Grupos minorizados, populações vulnerabilizadas, pessoas com deficiência — são sempre os primeiros a sentir o peso de um serviço público que não funciona. Os que mais dependem do Estado sejam os que mais sofrem quando o Estado desperdiça.
 

Dessa maneira, ainda que a relação entre dívida pública e violência não seja direta nem estatisticamente demonstrável de forma imediata, ela é uma inferência analítica, mediada por múltiplas variáveis: serviços públicos deficitários, segmentação social aprofundada, exclusão estrutural.
 

Ou seja, em 2024, o Brasil registrou 44.127 mortes violentas intencionais, com taxa de 20,8 por 100 mil habitantes, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O Atlas da Violência do IPEA demonstra que essa violência é desigual — afeta sobretudo jovens negros, mulheres vulneráveis e populações periféricas. É assim que a dívida pública "aumenta" a criminalidade: ao concorrer para a degradação dos serviços públicos e aprofundar a exclusão estrutural, a trajetória insustentável do endividamento alimenta indiretamente o ciclo de brutalização social. A desigualdade potencializa a violência. A exclusão majora a violência. E a dívida, ao sufocar a qualidade do gasto, concorre para ambas.
 

A terceira consequência é a sucção da renda privada. A taxa de juros elevada — pressionada, entre outros fatores, pela trajetória da dívida — transfere renda do setor produtivo para o pagamento dos juros.
 

As famílias brasileiras atingiram recorde histórico de endividamento: 82% declararam possuir dívidas em agosto de 2026, segundo a CNC. Entre famílias de baixa renda, o índice chega a 84,9%. Esse endividamento tem causas múltiplas — estagnação da renda real, cultura de consumo, crédito informal, inflação de itens específicos —, mas a Selic em patamares estratosféricos. é, sem dúvida, um fator agravante. Juros altos encarecem o crédito, esmagam a propensão ao consumo e reprimem o investimento.
 

O resultado é um círculo perverso: dívida pública elevada pressiona juros para cima, juros altos sugam a renda de famílias já endividadas, o consumo trava, o investimento regride, o crescimento se limita. E é precisamente o crescimento econômico o vetor mais potente de inclusão social.
 

A inclusão não se faz por decreto — ela se constrói pelo dinamismo do mercado, pela simplificação burocrática, pela facilitação do empreendedorismo, pelo incentivo à atividade econômica que tira pessoas da marginalidade e lhes devolve protagonismo.
 

Segundo o Índice de Capital Humano do Banco Mundial, uma criança nascida no Brasil hoje alcançará apenas 55% do potencial produtivo que teria com educação completa e saúde plena. Cada real desperdiçado em ineficiência é um real que deixa de ir para uma escola que funciona, um posto de saúde que atende, um programa de qualificação que emprega.
 

A observação de Lara Resende merece ser levada a sério, mas também confrontada com a realidade brasileira específica. Sim, a dívida é ativo do setor privado. A dívida pública brasileira, ao invés de financiar desenvolvimento, estimula a corrupção e o desperdício. Dinheiro que poderia estar em escolas, hospitais e infraestrutura.
 

Há quem sustente que soberania monetária anula a restrição orçamentária e que o Estado pode gastar sem limite. A inflação e os juros reais brasileiros desmentem isso. Não se pode gastar infinitamente sem custos. A questão é material.
 

O caminho não é a austeridade seletiva que penaliza pobres enquanto preserva privilégios. O caminho é a responsabilidade fiscal articulada com justiça social. Cada real economizado em corrupção e ineficiência é um real que pode ir para uma escola que funciona, um hospital que atende, um programa de inclusão que efetivamente inclui.
 

Responsabilidade fiscal e justiça social não são inimigas. São complementos indispensáveis. Quando o Estado gasta bem, gasta menos e inclui mais. Quando o Estado gasta mal, gasta muito e exclui ainda mais. A dívida pública, em sua trajetória atual, é uma questão de dignidade humana. Cada real desperdiçado é uma vida que fica à margem. Cada ponto de juro que sobe é uma família que não consegue fechar a conta no fim do mês.
 

É matemática. E, sobretudo, é ética.

 

  • André Naves é Defensor Público Federal, escritor, doutor em Economia pela Princeton University, mestre em Economia Política pela PUC/SP e bacharel em Direito pela USP.

Pesquisa de médico potiguar sobre dor crônica é publicada na revista científica Nature Mental Health

 Estudo indica que a dor persistente deve ser considerada na avaliação de pacientes com suspeita de depressão resistente ao tratamento


Uma pesquisa liderada pelo médico potiguar Nilson Mendes sobre a relação entre dor crônica e depressão ganhou repercussão internacional após ser publicada na revista científica Nature Mental Health. O estudo da Universidade Potiguar (UnP), integrante da Inspirali, ecossistema da Ânima Educação que atua na gestão de 15 escolas médicas em diversas regiões do Brasil, tem chamado a atenção da comunidade médica ao propor uma mudança na forma como profissionais de saúde avaliam pacientes com suspeita de depressão resistente ao tratamento.

 

Os resultados indicam que, antes de concluir que os antidepressivos não estão surtindo o efeito esperado, é fundamental investigar uma condição frequentemente negligenciada: a presença de dor crônica, que pode estar contribuindo para a persistência dos sintomas.
 

Nilson Mendes é pesquisador e professor de Medicina da UnP/Inspirali. O trabalho reúne evidências de que a dor crônica e a depressão compartilham mecanismos biológicos e podem influenciar mutuamente a evolução clínica, o que reforça a necessidade de uma avaliação mais abrangente desses pacientes.
 

Atualmente, pessoas que continuam apresentando sintomas depressivos mesmo após o uso adequado de diferentes medicamentos podem receber o diagnóstico de depressão resistente ao tratamento. Para o pesquisador, que também é egresso da UnP, parte desses casos pode ter relação com a presença de dor crônica não identificada ou subavaliada.
 

“O principal ponto do nosso trabalho é mostrar que a dor crônica pode ser uma variável importante na avaliação de pacientes que não apresentam a resposta esperada ao tratamento antidepressivo. Antes de concluir que estamos diante de uma depressão resistente, precisamos ter certeza de que estamos avaliando o paciente de forma completa. A proposta não é substituir nem questionar o uso dos antidepressivos, mas ampliar a investigação clínica para identificar fatores que possam estar contribuindo para a persistência dos sintomas”, explica.
 

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Muito além da dor física
 

A pesquisa também ajuda a entender os impactos da dor persistente na vida de quem convive com essa condição. Pessoas que sofrem com dor crônica costumam dormir pior, reduzir a prática de atividades físicas, perder autonomia, diminuir a produtividade no trabalho, restringir o convívio social e abandonar atividades que antes proporcionavam prazer. Esse conjunto de fatores pode dificultar a recuperação da saúde mental.
 

Além dos impactos na rotina, existem circuitos cerebrais envolvidos tanto no processamento da dor quanto em funções relacionadas ao humor, à motivação, ao estresse e aos mecanismos de recompensa, o que favorece a compreensão da relação entre as duas condições. “Mesmo que o antidepressivo esteja atuando sobre parte dos sintomas depressivos, o paciente pode continuar exposto diariamente a uma condição dolorosa que interfere diretamente no seu funcionamento e na sua qualidade de vida”, comenta o docente da UnP/Inspirali.
 

Uma avaliação mais completa
 

O estudo propõe que perguntas sobre a presença de dor passem a integrar a rotina de avaliação de pacientes com suspeita de depressão resistente ao tratamento. Questões como onde a dor está localizada, há quanto tempo ela existe, se interfere no sono, limita as atividades do dia a dia ou se o humor piora nos períodos de maior intensidade podem fornecer informações relevantes para o planejamento terapêutico. “Antes de apenas trocar ou intensificar o tratamento antidepressivo, precisamos entender melhor por que aquele paciente continua apresentando sintomas”, frisa o pesquisador.
 

Entre as condições frequentemente associadas à dor persistente estão lombalgia crônica, fibromialgia, enxaqueca, dores neuropáticas, osteoartrite e outras doenças que comprometem a funcionalidade do paciente. “Mais importante do que o diagnóstico em si é compreender o impacto dessa dor na vida da pessoa. Quando ela compromete o sono, limita a mobilidade, impede o trabalho ou faz o paciente abandonar atividades importantes, pode exercer uma influência significativa sobre a saúde mental”, afirma.
 

Tratamento integrado
 

Outro ponto reforçado no material é a importância de uma abordagem multidisciplinar, envolvendo especialidades como psiquiatria, medicina da dor, neurologia, reumatologia, fisioterapia, psicologia e atenção primária. “O objetivo final não é tratar apenas uma doença. É devolver funcionalidade, autonomia e qualidade de vida ao paciente”, resume Nilson Mendes.

Segundo ele, a resposta ao tratamento deve ser avaliada não apenas pela redução dos sintomas depressivos ou da intensidade da dor, mas também pela capacidade de o paciente retomar sua rotina, voltar ao trabalho, conviver com familiares e amigos e recuperar autonomia.
 

Pacientes não devem interromper o tratamento
 

Apesar dos resultados, o pesquisador faz um alerta: pacientes em tratamento para depressão não devem interromper nem modificar o uso de antidepressivos por conta própria. “A presença de dor não significa que o tratamento esteja inadequado ou que o medicamento deva ser suspenso. O mais importante é conversar com o médico e relatar detalhadamente essa dor: onde ela ocorre, há quanto tempo existe, qual é sua intensidade e como interfere na vida cotidiana”, detalha.
 

Para Nilson, a principal mensagem do estudo é ampliar o olhar sobre pacientes com depressão de difícil controle. “Se você convive com depressão e também sente dor crônica, converse com seu médico. Essa informação pode ser essencial para uma avaliação mais completa e para a definição de uma estratégia terapêutica mais adequada”, conclui.
 

O artigo está disponível para leitura no link: https://www.nature.com/articles/s44220-026-00691-9

Termina na quinta-feira prazo para solicitação de voto em trânsito

Termina na próxima quinta-feira (20) o prazo para o eleitor solicitar a habilitação para votar em trânsito nas eleições de outubro. A solicitação pode ser feita pela página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet ou nos cartórios eleitorais em todo o país.

O voto em trânsito permite ao eleitor votar fora de sua cidade no dia do pleito.

Se optar pela solicitação eletrônica, o eleitor deve clicar no menu "Fazer Transferência temporária do local de votação". Em seguida, deve preencher seus dados, consultar os locais com vagas disponíveis e seguir os comandos da página.

No caso de atendimento presencial, basta apresentar um documento oficial com foto no cartório eleitoral mais próximo.
Regras

O eleitor que optar pelo voto em trânsito deve ficar atento às regras para ter acesso ao benefício, que está disponível nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores.

Quem estiver em uma cidade (domicílio eleitoral) localizada no mesmo estado em que mora poderá votar em trânsito para todos os cargos que estarão em disputa: deputado federal, estadual, distrital, governador, senador e presidente da República.

Se a solicitação for para uma cidade fora do estado, o eleitor só poderá votar para presidente.

O pedido de voto em trânsito pode ser feito para cidades distintas em cada um dos turnos.

Alterações ou cancelamentos nas solicitações de voto em trânsito poderão ser feitos até o dia 20 de agosto. Após o prazo, nenhuma alteração poderá ser feita.

O eleitor que solicitar o voto em trânsito e não comparecer ao local de votação deverá fazer a justificativa de ausência, que estará disponível por meio do aplicativo e-Título.
Exterior

Eleitor que tem título registrado no exterior poderá solicitar voto em trânsito se estiver de passagem pelo Brasil. Nesse caso, o voto só poderá ser exercido para o cargo de presidente.

O eleitor com documento registrado no Brasil não poderá votar em trânsito se estiver fora do país no dia da votação.
Eleições

O primeiro turno será no dia 4 de outubro, quando vão ser escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. O eleitor voltará às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.

FLAGRANTE DE DESCUIDO COM O MEIO AMBIENTE

A reabertura da Ladeira dos Macacos, no acesso ao Assentamento José Milanês, voltou a proporcionar uma bela paisagem para quem passa pelo local. No entanto, durante o trajeto, um internauta chamou atenção para uma situação preocupante: o acúmulo de lixo em uma área de proteção ambiental.

💬 Segundo o relato, a paisagem natural contrasta com a quantidade de resíduos descartados no local.

“A reabertura da Ladeira dos Macacos está muito bonita. Inclusive, já tive a satisfação de vir de Currais Novos por lá. Não é nada interessante que, ao subir a ladeira, quando chega, encontra um cartão-postal que se apresenta: essa paisagem bela, que contrasta justamente com essa imagem degradante de acúmulo de lixo, quando, na verdade, existe a coleta do lixo na região, feita pela Prefeitura. Inclusive, identificamos também um riacho.”

Durante o trajeto, também foi destacado um ponto que chama ainda mais atenção: “É um espaço onde não pode nem construir, mas pode jogar lixo?”, questionou o internauta, referindo-se à condição de área de proteção ambiental.

Ainda segundo o relato, a água das chuvas já estaria levando parte dos resíduos para áreas de cultivo próximas. Como a Ladeira dos Macacos estava desativada, essa situação acabava ficando praticamente invisível para quem não circulava pela região.

A preocupação é que um local de beleza natural e importância ambiental esteja sendo prejudicado pelo descarte irregular de resíduos. O registro serve de alerta para a população e também para que os órgãos responsáveis possam verificar a situação e adotar as providências necessárias.

Ladeira dos Macacos – acesso ao Assentamento José Milanês



sábado, 15 de agosto de 2026

NELTER QUEIROZ ENCERRA PRÉ-CAMPANHA COM SETE LIDERANÇAS EM PESQUISAS E MIRA O 10º MANDATO

O deputado estadual e candidato à reeleição, Nelter Queiroz (Progressistas), encerra a pré-campanha neste sábado (15) com presença de destaque nas pesquisas de intenção de voto divulgadas ao longo de 2026. Nos dois levantamentos mais recentes, realizados pelos institutos DataVero/Diário do RN e Data Census/Mega Portal RN e divulgados nesta sexta-feira (14), o parlamentar aparece novamente em primeiro lugar na disputa geral, com 1,49% e 1,40% das citações, respectivamente.

Os resultados mais recentes reforçam o desempenho de Nelter ao longo do ano. Desde março, foram divulgadas mais de 30 pesquisas de intenção de voto para deputado estadual no Rio Grande do Norte. Em sete desses levantamentos, o parlamentar apareceu na primeira colocação geral. Além das sete lideranças, Nelter também vem figurando entre os candidatos mais citados em diferentes levantamentos realizados por institutos e veículos de comunicação do Estado, indicando presença recorrente entre os nomes lembrados pelo eleitorado potiguar.

Para o deputado, os números representam o reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo de seus mandatos e, ao mesmo tempo, aumentam a responsabilidade para a nova etapa da caminhada eleitoral. “Recebo esses resultados com muita humildade, responsabilidade e gratidão. Pesquisa é o retrato de um determinado momento, mas mostra que nosso trabalho está sendo reconhecido. Isso significa também a confirmação de uma presença permanente, em todos os momentos, nos municípios do Rio Grande do Norte. Amanhã começa uma nova etapa e vamos continuar percorrendo o Estado, ouvindo as pessoas e apresentando o nosso trabalho”, afirmou.

Com nove mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa, Nelter iniciará oficialmente a campanha neste domingo (16), quando passa a disputar a eleição para seu décimo mandato de deputado estadual. A estratégia inclui a ampliação da presença nos municípios e a continuidade do trabalho político desenvolvido especialmente nas regiões do Seridó, Vale do Açu e Médio Oeste.

DADOS TÉCNICOS DAS PESQUISAS CITADAS

* DataVero/Diário do RN (14/08/2026):

1º lugar geral — 1,49%.

Foram entrevistados 1.500 eleitores, entre 10 e 12 de agosto de 2026. A pesquisa tem margem de erro de ±2,53 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Registros BR-05337/2026 e RN-06313/2026.

* Data Census/Mega Portal RN (14/08/2026): 

1º lugar geral — 1,40%.

Foram realizadas 2.000 entrevistas em 60 municípios do Rio Grande do Norte, entre 10 e 13 de agosto de 2026. A margem de erro é de ±2,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Registros RN-09307/2026 e BR-09346/2026.

* Perfil/BG (30/07/2026):

1º lugar geral — 1,63%.

Foram entrevistados 1.600 eleitores em municípios do Rio Grande do Norte, entre 23 e 26 de julho de 2026. A margem de erro é de ±2,45 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Registros BR-05225/2026 e RN-00337/2026.

* Data Census/Mega Portal RN (20/07/2026):

1º lugar geral — 1,60%.

Foram realizadas 2.000 entrevistas em 60 municípios do Rio Grande do Norte, entre 15 e 17 de julho de 2026. A margem de erro é de ±2,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Registros RN-08307/2026 e BR-01168/2026.

* Data Census/Mega Portal RN (30/06/2026):

1º lugar geral — 0,85%.

Foram entrevistados 2.000 eleitores em 60 municípios do Rio Grande do Norte, entre 26 e 29 de junho de 2026. A margem de erro é de ±2,1 pontos percentuais. Registro RN-06933/2026.

* Metadata/Grupo Dial Natal (16/06/2026): 

1º lugar geral — 1,40%.

Foram entrevistados 1.550 eleitores em 62 municípios, entre 12 e 14 de junho de 2026. A margem de erro é de ±2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Registros RN-04028/2026 e BR-01576/2026.

* Qualitá/RN Hoje (20/05/2026):

1º lugar geral — 1,50%.

Foram entrevistados 1.200 eleitores entre 12 e 14 de maio de 2026. A margem de erro é de ±2,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Registro RN-03468/2026.

Final de semana de reunião e comemorações para grupo de amigos de Cerro Corá


O Grupo de Amigos de Cerro Corá se reúne neste final de semana, ao lado de familiares, na Fazenda Albuquerque, em um momento especial de confraternização.

O encontro marca a comemoração dos aniversários de Luciane Batista, integrante do grupo, e de Charlene, esposa do componente Sargento Brasão.

Além das celebrações, o momento é marcado por boas conversas, reencontros, planejamentos e pelo fortalecimento dos laços de amizade que unem o grupo.




sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Nelter Queiroz aparece no Top 5 em três das cinco pesquisas divulgadas nesta semana no RN

O deputado estadual e pré-candidato à reeleição, Nelter Queiroz (Progressistas), aparece em posição de destaque nas pesquisas eleitorais divulgadas ao longo desta semana até esta sexta-feira (14). Dos cinco levantamentos divulgados, o parlamentar ficou entre os cinco primeiros colocados em três e entre os dez primeiros nos outros dois, consolidando presença constante entre os nomes mais citados para deputado estadual.

Os resultados também mostram a competitividade de Nelter dentro da Federação União Progressista, na qual aparece entre os primeiros colocados nos cinco levantamentos. O cenário reforça a presença política do parlamentar na preparação para a disputa pelo 10º mandato consecutivo na Assembleia Legislativa.

Na pesquisa Metadata/98 FM, divulgada em 10 de agosto, Nelter registrou 0,8%, ficando empatado em 5º lugar no cenário geral e em 2º lugar na Federação União Progressista. O levantamento ouviu 1.536 eleitores em 63 municípios do RN, entre 6 e 8 de agosto, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Registros: RN-03682/2026 e BR-05736/2026.

A pesquisa Seta/Blog do Barreto, divulgada em 12 de agosto, apontou Nelter com 1,2%, empatado em 4º lugar no geral e em 3º lugar na Federação União Progressista. Foram realizadas 1.500 entrevistas entre os dias 7 e 9 de agosto, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. Registros: RN-07032/2026 e BR-07701/2026.

No levantamento Qualitá, divulgado em 13 de agosto, o parlamentar apareceu com 0,92%, empatado em 9º lugar no cenário geral e em 3º lugar da Federação União Progressista. A pesquisa realizou 1.200 entrevistas em 30 municípios potiguares, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Registro: RN-05792/2026.

Também divulgado em 13 de agosto, o levantamento AgoraSei apresentou Nelter com 1,5% das citações, empatado em 2º lugar no cenário geral e na Federação União Progressista. Foram entrevistados 1.500 eleitores em 68 municípios do RN, entre 2 e 5 de agosto, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Registros: RN-06855/2026 e BR-08951/2026.

Já a pesquisa Consult/Tribuna do Norte, divulgada nesta sexta-feira (14), apontou Nelter com 1,18%, empatado em 8º lugar no geral e em 4º lugar na Federação União Progressista. O levantamento ouviu 1.700 eleitores entre os dias 8 e 10 de agosto, com erro amostral de 2,37 pontos percentuais e confiabilidade de 95%. Registros: BR-09418/2026 e RN-08509/2026.

Três Top 5 e duas Top 10

O conjunto dos cinco levantamentos apresenta um dado que chama atenção: Nelter esteve no Top 5 em 60% das pesquisas divulgadas na semana e no Top 10 em 100% delas. Além disso, o parlamentar aparece entre os quatro primeiros da Federação União Progressista em todos os cinco levantamentos, alcançando posições de destaque como 1º, 2º, 3º e 4º colocados dentro da Federação, conforme cada pesquisa.

Para Nelter, os números representam um retrato do momento e aumentam a responsabilidade para a continuidade da caminhada eleitoral. “Recebo esses números com muita responsabilidade e gratidão. Pesquisa é retrato do momento, mas estar no Top 5 em três levantamentos e no Top 10 em todos eles mostra que nosso trabalho tem sido reconhecido. Vamos continuar percorrendo o Rio Grande do Norte, ouvindo o povo e defendendo as necessidades dos municípios. A caminhada pelo nosso 10º mandato continua”, afirmou.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

INSS: Projeto aprovado traz aumento de até 15% na aposentadoria


O INSS poderá conceder um aumento de até 15% na aposentadoria ou pensão por morte de mulheres caso o Projeto de Lei (PL) 6.841/2025 seja aprovado em todas as etapas necessárias e posteriormente sancionado. A proposta prevê um adicional de 5% para seguradas que tenham se dedicado diretamente ao cuidado dos filhos.


O projeto avançou na Câmara dos Deputados após a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher aprovar parecer favorável da relatora, deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS). A proposta original foi apresentada pelo deputado Duda Ramos (MDB-RR) e busca reconhecer o trabalho de cuidado materno na Previdência Social.

Conforme o texto aprovado pela comissão, o adicional seria concedido por cada filho, seja biológico ou adotado. Entretanto, existe um limite de até três filhos. Dessa maneira, uma mulher que se enquadre nas regras poderia acumular acréscimos de 5% por filho, chegando a um aumento máximo de 15% nos valores recebidos pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Apesar da aprovação na comissão, o benefício ainda não está valendo. Portanto, nenhuma segurada pode solicitar atualmente o acréscimo ao INSS. O projeto ainda precisa passar por outras etapas antes de eventualmente se transformar em lei.

A tramitação ocorre em caráter conclusivo pelas comissões, o que dispensa uma votação no Plenário da Câmara, mas exige a análise dos colegiados responsáveis. A proposta ainda precisa ser distribuída e votada pela Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família, pela Comissão de Finanças e Tributação e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Somente se for aprovada em todas essas fases na Câmara dos Deputados, a matéria poderá seguir para o Senado Federal. Depois da aprovação no Senado, ainda será necessária a sanção da Presidência da República para que a medida passe a ter validade oficial.

Assim, embora o projeto represente uma possibilidade de aumento de até 15% para determinadas seguradas, o valor adicional ainda não integra os pagamentos do INSS.

As mulheres que recebem benefícios e desejam acompanhar o andamento da proposta podem consultar as atualizações por meio do aplicativo ou do site oficial do Meu INSS.