terça-feira, 22 de julho de 2025
Artistas potiguares realizam tributo ao compositor Almir Padilha
Aluno agredido em escola no interior do RN vai receber indenização de R$ 40 mil
A 2ª Câmara Cível do TJRN manteve a decisão de primeira instância que condenou o município de Ipanguaçu ao pagamento de indenização por dano moral, no valor de R$ 40 mil, devidamente atualizado, em razão de agressões físicas e estupro sofridos pelo autor da ação, à época menor de idade, no interior da Escola Municipal Nelson Borges Montenegro.
O ente público sustentou que não há responsabilidade civil da administração pública decorrente do evento relatado, contudo, não foi esse o entendimento da Comarca de Ipanguaçu, que foi mantido pelos desembargadores da 2ª Câmara Cível.
De acordo com o relator, desembargador João Rebouças, “Restou comprovado nos autos que o menor, aluno da Escola Municipal Nelson Borges Montenegro, foi vítima de graves agressões físicas e abuso sexual por parte de colegas, sem a devida intervenção dos responsáveis escolares, configurando falha na prestação do serviço público educacional”.
Bombeiros do RN atendem três ocorrências de incêndio no Seridó
Nesta segunda-feira (21), o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) atendeu três ocorrências de incêndio na região do Seridó, sendo duas em vegetação e uma queijaria, mobilizando a guarnição do Alto da Bomba Tanque Salvamento (ABTS) com rápida resposta.
A primeira ocorrência aconteceu no município de Cruzeta/RN, onde um curto-circuito na rede elétrica da Companhia Energética do Rio Grande do Norte COSERN provocou um incêndio em um amontoado de lenha utilizado na caldeira de uma queijeira. Ao chegar ao local, a guarnição identificou um cabo de energia rompido, ainda energizado, em contato direto com o material em combustão.
De acordo com o protocolo de segurança para casos com cabos energizados, os bombeiros iniciaram o combate com pacotes de água, técnica utilizada para esse tipo de incêndio, controlando a propagação das chamas e criando um aceiro ao redor da área afetada. Somente após a equipe técnica da COSERN desligar a energia foi possível iniciar o combate direto, extinguindo completamente o fogo com segurança.
As outras duas ocorrências foram registradas no município de Caicó/RN. Ambas tratavam-se de incêndio em vegetação, A primeira tratava-se de um incêndio em vegetação em um terreno baldio, que gerava intensa fumaça e atingia residências e comércios próximos. A segunda o incêndio estava nas proximidades da escola das Aldeias, no bairro Castelo Branco. O fogo consumia podas de árvores acumuladas no local. Utilizando técnicas de combate a incêndios florestais, a guarnição conteve as chamas das duas OC’s e realizou o rescaldo da área para evitar reignição do fogo.
Ortopedista destaca sinais de alerta em quedas de idosos que exigem atendimento de emergência
Ortopedista destaca sinais de alerta em quedas de idosos que exigem atendimento de emergência
As quedas representam um dos maiores riscos à saúde e autonomia dos idosos, gerando consequências que vão de fraturas a complicações psicológicas. De acordo com o Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), realizado entre 2019 e 2021, a prevalência de quedas na população idosa residente em áreas urbanas foi de 25% e dados do Ministério da Saúde apontam que as quedas são a terceira causa de mortalidade entre as pessoas com mais de 65 anos.
Embora a prevenção seja fundamental, saber como agir após um acidente é crucial. O médico ortopedista Dr. Graziane Rajao, do Hospital Orizonti, destaca quais são os sinais de alerta que indicam a necessidade imediata de levar o idoso a um pronto atendimento. Identificar esses sintomas pode fazer toda a diferença na recuperação e na qualidade de vida.
Dor muito intensa e localizada
A queixa de dor aguda e intensa, especialmente em áreas críticas como quadril, costas, cabeça ou articulações, não deve ser ignorada. Essa dor pode ser um sinal de fratura ou outra lesão grave que necessita de avaliação médica urgente e não deve ser tratada apenas como uma dor causada pelo tombo.
Inchaço ou deformidade visível
Também é importante observar atentamente o corpo do idoso. A presença de inchaço significativo, hematomas que se formam rapidamente ou qualquer deformidade visível em um membro ou articulação, como um braço ou perna em posição anormal, são fortes indicativos de fraturas ou luxações, exigindo uma visita imediata ao pronto atendimento.
Sangramento que não para ou ferimentos na cabeça
Ferimentos com sangramento que não cessa com pressão direta ou qualquer corte profundo, principalmente na região da cabeça, são motivos para buscar ajuda médica de emergência. Lesões na cabeça, mesmo que pareçam pequenas, precisam ser avaliadas por um profissional.
Dificuldade para respirar
Caso o idoso apresente qualquer dificuldade para respirar após o tombo, é fundamental procurar ajuda médica. O sintoma pode indicar lesões nas costelas ou até mesmo nos pulmões, que precisam ser investigadas com urgência para evitar complicações mais graves.
Incapacidade de se mover ou se levantar
A incapacidade de se levantar sozinho, de mover um braço ou uma perna, ou a dificuldade acentuada para andar após a queda são sinais claros de que algo mais sério pode ter acontecido. Deve-se evitar forçar o idoso a se mover, procure atendimento de emergência para uma avaliação adequada e segura.
Sobre o Hospital Orizonti
O Hospital Orizonti, faz parte do Grupo Orizonti, fundado pelos médicos Amândio Soares Fernandes Júnior e Roberto Porto Fonseca – tendo como sócios os doutores Ernane Bronzatti e Marcelo Guimarães, conta com mais de 250 leitos, centro cirúrgico completo, além de centro de medicina nuclear e de diagnóstico por imagem, centro de transplante de medula óssea (TMO) e radioterapia. São mais de 55 especialidades disponíveis, entre elas neurologia, oncologia, ortopedia e cardiologia. O edifício bioclimático possui jardins internos e um dos maiores telhados verdes da América Latina – mais de 7 mil metros quadrados. Cercado pelas montanhas da Serra do Curral, integrado ao meio ambiente, tem vista panorâmica para Belo Horizonte (MG).
Volta às aulas: saiba como readaptar a rotina
Especialistas em educação explicam como famílias podem apoiar emocional e pedagogicamente crianças e adolescentes na retomada da rotina escolar
O segundo semestre letivo está próximo de começar, e com ele vêm as dúvidas, expectativas e também os desafios da readaptação de alunos e famílias. Afinal, após semanas com horários flexíveis para dormir até mais tarde, uma rotina mais flexível e mais tempo livre, o retorno à escola exige um novo equilíbrio físico, emocional e cognitivo.
Para tornar essa transição mais tranquila, quatro educadores compartilham, a seguir, dicas para pais e responsáveis.
1. Reprograme a rotina na semana que antecede a volta às aulas
Aos poucos, antecipe os horários de dormir e acordar das crianças, e retome hábitos como tempo para leitura e períodos de estudo. “Reintroduzir rotinas com antecedência reduz o impacto da transição. Isso dá segurança à criança, porque sinaliza previsibilidade e estrutura, elementos essenciais no processo de aprendizagem”, afirma o orientador educacional do Brazilian International School – BIS, da capital paulista, Carlos Augusto Lima.
2. Cuidado com o sono e limite o uso de celulares à noite
Sono de qualidade é fator-chave para o desempenho escolar. Reduzir o uso de telas ao menos uma hora antes de dormir melhora a produção de melatonina e favorece o descanso. “O excesso de estímulos luminosos e informacionais afeta a consolidação da memória e o humor. Crianças descansadas aprendem melhor e se adaptam mais rápido à rotina escolar”, diz Lima. Quando não dormimos o suficiente, nosso cérebro não tem tempo para processar e armazenar todas as informações que aprendemos. A falta de sono afeta nossa capacidade de concentração e atenção. Por isso, ao dormir, deixe o celular fora do espaço no qual o jovem dorme.
3. Planeje a alimentação
Retomar o padrão alimentar escolar com lanches saudáveis e horários bem definidos ajuda a manter a energia e a concentração durante o dia. “Uma nutrição equilibrada é parte da experiência pedagógica. O corpo precisa de combustível de qualidade para sustentar os processos cognitivos e emocionais do aluno”, pontua o orientador educacional do BIS.
4. Envolva o estudante nos preparativos
Deixar a criança ajudar a organizar a mochila ou escolher o novo caderno aumenta o vínculo com a escola. “Participar da organização dos materiais estimula a autonomia e fortalece o senso de pertencimento. A criança se sente parte ativa da própria jornada escolar”, aponta a diretora da Escola Bilíngue Aubrick, da capital paulista, Fatima Lopes.
5. Dialogue com o estudante sobre medos e ansiedades
Converse abertamente sobre como o estudante está se sentindo. Às vezes, o desconforto vem de inseguranças que podem ser suavizadas com empatia. “Ouvir, sem julgar, é um gesto educativo. Quando o adulto valida os sentimentos da criança, ela se sente respeitada e mais preparada para enfrentar os desafios da volta às aulas”, diz Fatima.
6. Reencontrar os amigos antes do retorno ajuda na adaptação
Se possível, marque um encontro com colegas antes do primeiro dia. A volta se torna mais leve com vínculos reativados. “O pertencimento ao grupo é um dos maiores motivadores da ida à escola. A antecipação positiva, por meio do reencontro com amigos, traz acolhimento emocional”, afirma a diretora da Aubrick.
7. Para quem está mudando de escola, visite o novo espaço antes do início das aulas
Familiarizar-se com o ambiente reduz o estranhamento e a ansiedade. Uma caminhada pela escola, conhecer o pátio ou a sala de aula pode fazer diferença. “A ambientação visual e espacial contribui para que a criança se sinta segura. Ela começa a criar imagens mentais que se tornam âncoras de conforto nos primeiros dias”, explica o diretor da Escola Internacional de Alphaville - EIA, Carlos Maffia Neto.
8. Ajude a criança a encarar a realidade: sem recompensas ou cobranças
Evite prometer prêmios por bom comportamento ou impor metas rígidas. Isso pode gerar ansiedade ou desmotivação. “A aprendizagem é um processo contínuo e deve ser valorizada por si só, não por recompensas externas. Pressão excessiva afasta o prazer de aprender”, acrescenta o diretor da EIA.
9. Lembre-se de que cada criança é única
Não compare seu filho com colegas, irmãos ou com a versão idealizada que você criou. Cada um tem seu tempo. “Comparações inibem a autoestima e atrapalham a autorregulação emocional. Respeitar a singularidade é reconhecer o ritmo natural do desenvolvimento”, alerta o docente.
10. A readaptação é um processo
A readaptação leva tempo, e deve ser encarada com paciência e constância. Oscilações de humor, cansaço e até um pouco de resistência são esperadas. “A readaptação é como ajustar um instrumento musical: exige afinação, escuta e regulagens finas. Com acolhimento e afeto, o processo acontece”, orienta a coordenadora pedagógica do colégio Progresso Bilíngue Taquaral, de Campinas/SP, Luísa Cassaniga.
11. Acompanhe e tenha atenção aos primeiros dias
Esteja mais presente na primeira semana. Ouvir relatos, perguntar sobre o dia e observar comportamentos é essencial. “Os primeiros dias sinalizam como está a adaptação. Pequenos sinais, como mudanças de humor, podem indicar que algo precisa ser ajustado com apoio e diálogo”, orienta Luísa.
12. Confie na parceria escola-família
A comunicação aberta entre pais, responsáveis e escola é um dos pilares para o sucesso da readaptação. “A confiança mútua favorece intervenções assertivas. Quando há acolhimento e escuta verdadeira das duas partes, o processo se torna mais leve e consistente”, finaliza a coordenadora do Progresso Bilíngue.
Os especialistas:
Carlos Augusto Lima é mestre em Psicologia da Educação e Doutor em Educação Matemática pela PUC-SP. Avaliador do PNLD, autor de livros, artigos, capítulos e organizador de livros. Atua desde 1989 na área da educação. Coordenador de curso desde 2011 em escolas da rede privada. É orientador educacional do Brazilian International School – BIS, de São Paulo, capital.
Carlos Maffia Neto possui vasta formação na área da Educação, e atualmente cursa um Mestrado na Framingham University. Profissionalmente, atua há mais de 20 anos como gestor de escolas internacionais e bilíngues de destaque no cenário nacional. É diretor geral da Escola Internacional de Alphaville, de Barueri-SP.
Fatima Lopes é pós-graduada em Gestão Escolar, especialista em Bilinguismo e apaixonada pela área da Educação. De sua primeira formação, em Enfermagem, ela mantém o dom de cuidar das pessoas: gosta de se relacionar com alunos, pais e colegas, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo e acolhedor. Diz ter como missão contribuir para a formação integral dos estudantes, formando cidadãos mais conscientes e preparados para o futuro. É fundadora e diretora geral da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo/SP.
Luísa Cassaniga é mestre em Educação, com sólida experiência na área. Atua há 14 anos com foco no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, com especial atenção aos aspectos socioemocionais. Atualmente, é coordenadora pedagógica, papel em que alia escuta sensível, conhecimento técnico e gestão humanizada. É apaixonada por criar contextos educativos acolhedores, onde o vínculo e o cuidado impulsionam a aprendizagem.
segunda-feira, 21 de julho de 2025
Ministério das Comunicações fecha parceria levar conectividade a áreas rurais e comunidades tradicionais
Governo do RN amplia frota do SAMU e reforça atendimento no interior do RN
Água Doce: saiba como solicitar o programa para sua comunidade
Prefeitura de Lagoa Nova entrega carros alugados modelo Argo para secretaria de saúde
Na última, o prefeito de Lagoa Nova realizou a entrega
oficial de veículos destinados ao transporte de pacientes oncológicos. Os
carros modelo Argo, adquiridos por meio de contrato de aluguel já firmado pela prefeitura,
serão utilizados pela Secretaria Municipal de Saúde para garantir mais
conforto, segurança e qualidade no deslocamento dos pacientes durante o
tratamento.

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