quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
MPRN abre procedimento para apurar caso de apologia ao nazismo em Mossoró
INSS terá fila nacional para reduzir tempo de espera


Inmetro orienta uso da geladeira para reduzir consumo de energia
O Inmetro orienta que boas práticas de instalação, uso e manutenção da geladeira ajudam a reduzir o consumo de energia e prolongar a vida útil do aparelho. Entre as recomendações estão manter distância mínima de cerca de 15 cm da parede para garantir ventilação adequada, evitar abrir a porta com frequência ou por muito tempo e não guardar alimentos quentes no interior. Também é importante verificar a borracha de vedação, limpar regularmente a serpentina e não secar roupas atrás do equipamento, pois isso prejudica a liberação de calor. Além disso, o Inmetro recomenda que, na hora da compra, o consumidor observe a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) e prefira modelos mais eficientes, que geram economia na conta de luz.
Estudo aponta mais 365 mil pessoas em situação de rua no Brasil
O número de pessoas em situação de rua no Brasil segue em alta. Segundo levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua (UFMG), o total passou de 327.925 em dezembro de 2024 para 365.822 no fim de 2025. Os dados são do Cadastro Único (CadÚnico).
Após queda durante o início da pandemia (2020–2021), o número voltou a crescer em 2022 e segue aumentando desde então. A maioria dessa população está no Sudeste (61%), com destaque para São Paulo, que concentra mais de 150 mil pessoas. O Nordeste aparece em seguida, e o Amapá tem o menor número.
Pesquisadores apontam como causas principais o fortalecimento do CadÚnico, a falta de políticas públicas estruturantes (moradia, trabalho e educação), a precarização das condições de vida pós-pandemia e as emergências climáticas. Representantes do movimento da população em situação de rua destacam ainda a persistência da fome, o alto custo de medicamentos e as dificuldades de inserção no mercado de trabalho, agravadas pelo avanço tecnológico.
O governo de São Paulo informou investimentos de R$ 633 milhões em ações sociais, incluindo programas de alimentação e acolhimento terapêutico. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania ainda não se manifestou sobre o levantamento.
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