O programador brasileiro, Bruno César, decidiu transformar a
fragmentação dos dados públicos em um mapa estruturado. Ele desenvolveu um
sistema que integra diferentes bases oficiais para identificar padrões de risco
envolvendo agentes públicos.
Como funciona?
A partir do CPF de políticos e
servidores, a ferramenta reúne informações, como contratos administrativos,
transferências federais e vínculos empresariais.
A primeira demonstração pública ocorreu na
rede social X, onde o programador brasileiro exibiu uma interface baseada em
diagramas que revelam relações entre pessoas jurídicas, físicas e fluxos de
recursos. O cruzamento de dados mostrou possíveis funcionários fantasmas e
repasses federais a instituições com indícios de irregularidade.
Segundo publicação, a ferramenta
opera com dados abertos disponibilizados por órgãos como o Portal da
Transparência e o Tribunal de Contas da União. Antes de disponibilizar a
plataforma, Bruno pretende submetê-lo a uma revisão jurídica. O objetivo, de
acordo com Bruno, é ampliar o acesso para jornalistas investigativos, órgãos de
controle e organizações da sociedade civil.

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