A Justiça Federal de Goiás determinou a suspensão das
atividades da empresa de
rastreadores de veículos BBOM e o bloqueio do cadastro de novos associados.
A decisão é da juíza federal substituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana
Laurenti Gheller, que no dia 10 de julho já havia determinado a
indisponibilidade dos bens da empresa e de seus sócios por “robustos indícios”
de pirâmide financeira, prática ilegal no país.
Segundo o despacho da juíza, “há evidências” de que o negócio se trata de “pirâmide financeira”. “Essa atividade desenvolvida pela empresa, aparentemente ilícita, merece ser suspensa, não devendo a liminar, contudo, atingir outras eventuais atividades desenvolvidas pela empresa”, escreveu a magistrada.
Em nota, a BBOM informou que “está tomando as providências judiciais cabíveis para retirar todo e qualquer impedimento às suas atividades” e diz estar “à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos que forem solicitados”. A BBOM sempre negou irregularidades ou a prática de pirâmide e se identifica como “empresa especializada em canal de vendas direta e marketing multinível”.
Segundo o despacho da juíza, “há evidências” de que o negócio se trata de “pirâmide financeira”. “Essa atividade desenvolvida pela empresa, aparentemente ilícita, merece ser suspensa, não devendo a liminar, contudo, atingir outras eventuais atividades desenvolvidas pela empresa”, escreveu a magistrada.
Em nota, a BBOM informou que “está tomando as providências judiciais cabíveis para retirar todo e qualquer impedimento às suas atividades” e diz estar “à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos que forem solicitados”. A BBOM sempre negou irregularidades ou a prática de pirâmide e se identifica como “empresa especializada em canal de vendas direta e marketing multinível”.

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